Arquivo de guerra

Posted in só na minha cabeça with tags , , , , , , , on Agosto 25, 2009 by João Carvalho

naturalidade

Posted in só na minha cabeça with tags , on Janeiro 5, 2009 by João Carvalho

Vejo no jornal 2 uma menina, bonitinha, limpinha, a aliança brilhante, pulseira e relógio chamativos, cabelo curto aloirado com madeixas bem penteado, vestida de preto, casaco fechado, gola alta, (enfim, podia estar aqui a noite inteira a debitar sobre a menina, saída, quem sabe, talvez o ano passado de um curso de política internacional de uma qualquer universidade privada) a debitar o que ela sabe sobre a guerra em Gaza e sobre os bombardeamentos e sobre o conflito no médio oriente que ela diz que começou há 50 anos – o que já não é mau, pois podia ter começado apenas ontem -, e sobre o que vai fazer o Sr. Obama, e se o Hamas vai ser eliminado, e se Israel poderá aceitar um cessar-fogo (ora poderia agora Israel aceitar tal coisa!), tudo isto com uma imensa simpática naturalidade. A mesma naturalidade como a ouvi. A naturalidade de quem está longe. A naturalidade de quem dorme.

Israel e a memória

Posted in só na minha cabeça with tags , , , on Dezembro 28, 2008 by João Carvalho

Waltz with Bashir

Estreia na próxima semana.

ataque(s) perverso(s)

Posted in só na minha cabeça with tags , , on Dezembro 28, 2008 by João Carvalho

“Um governo não deve mobilizar um exército motivado pela raiva, os líderes militares não devem provocar a guerra movidos pela cólera. Antes, deves agir se for benéfico; caso contrário, deves desistir. A raiva pode se transformar em alegria, a cólera pode se tornar prazer, mas uma nação destruída não pode ser restaurada para a existência, e os mortos não podem ser devolvidos à vida.” A Arte da Guerra, Sun Tzu séc. IV a.c.

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Mideast Israel Palestinians Gaza

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imagens aqui

Este ataque desproporcional de Israel aos ataques com rockets do Hamas parece ter como objectivo criar um novo status quo mais favorável a Israel antes da entrada da nova administração americana de Obama; através do enfraquecimento das forças do Hamas e/ou conquista de mais território por via de uma invasão terrestre da faixa de Gaza. São os falcões da guerra a mostrar os dentes perante a promessa de alçançar a paz.
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