Arquivo de ética

jornal amigo

Posted in só na minha cabeça with tags , , , on Fevereiro 13, 2010 by João Carvalho

Uma capa destas, quando o que já está em causa não é se Sócrates sai de cena mas o quando tal vai acontecer, só tem um nome: subserviência.

capa do Público de hoje

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o verdadeiro facebook

Posted in só na minha cabeça with tags , , , , on Dezembro 12, 2009 by João Carvalho

Este homem faz contactos há mais de 40 anos!

“uma boa parte da minha vida é receber pessoas, falar com pessoas e encontrar soluções para os seus problemas”
“ponho pessoas em contacto”
“há 40 anos que ajudo quem posso”

mas do que mais gostei foi das botas da Judite de Sousa e do seu olhar "tás-me-a-engrupir-à-força-toda"

nada como um espelho

Posted in só na minha cabeça with tags , , on Fevereiro 11, 2009 by João Carvalho

Enoja-me a destreza de tantos em retirar partido de incompetências ou falhas alheias. Parece-me que além de humildade, falta a muitos a destreza da inteligência, que permite que conheçamos o nosso limite e compreendamos também o limite do outro. Falta a estes muitos começar a olhar um pouco mais para os seus actos e para o que fazem.

o Zézito quer fazer o favor de responder, se não for muito incómodo?, (obrigado)

Posted in só na minha cabeça with tags , , , , , on Fevereiro 1, 2009 by João Carvalho

(e a comunicação social não quer também fazer o favor de lhe perguntar?)

1. Alguma vez, no decorrer da sua vida política, no desempenho de um cargo público, o Zézito o 1º ministro José Sócrates, permitiu que elementos da sua família, tios, sobrinhos, padrinhos, primos, etc., ou mesmo elementos do seu círculo de amigos o usassem, para realizar/concretizar/facilitar/promover reuniões (ou outros fins), para resolver questões económicas de terceiros e a favor destes? Quantas vezes isso ocorreu? nenhuma, uma, mais do que uma, muitas? acontece todos os dias?

2. É comum e/ou admissível que um ministro reúna com promotores privados de um projecto económico ou seus representantes, projecto esse já chumbado pelo seu ministério, apenas para discutir/apresentar regras e exigências ambientais que estão na lei e são públicas, e que deviam ser transmitidas aos tais promotores privados apenas pelos serviços públicos do ministério? Um ministro não tem outras coisas para fazer?

3. Porque razão alterou o Zézito o então ministro do ambiente a ZPE – zona de proteção especial do estuário do tejo? Com que critérios e exigências? Onde estão escritos esses critérios? Quem os definiu e transmitiu aos gabinetes governativos (Secretário de Estado+Ministro)? (pois presumo que não terão sido os próprios que decidiram da sua necessidade após uma qualquer noite de pesadelos). De onde, de quem partiu a ideia? E porquê naquela altura, durante um governo de gestão?

O resto que anda por aí, luvas, dinheiros, offshores, se for concluído que deve haver suspeitos, os mesmos que sejam julgados… nos tribunais.