eu que nunca gostei de gatos…

Pero, desosos de buscar donde alojar aquella noche, acabaron com mucha brevedad su probre y seca comida.[…] y diéronse priesa por llegar […] antes que anocheciese; pero faltóles el sol, y la esperanza de alcanzar lo que deseaban […]

Eu, que nunca gostei de gatos em toda a minha vida, desde que por um fui atraiçoado pelas costas, completamente desprevenido estava dos meus gestos súbitos que, embora culpa não lhe possa atribuir, me fez este ser, este (des)gosto nascer-me na natureza, não posso deixar de afirmar: despedida(s) assim tão triste(s) não houveram por estas terras há muito, despedida(s) d’(en)canto alguém cantou, e não posso já não senão sentir saudades desta(s) dulcineia(s) que de donzela(s) nada possuem antes Quijote(s) da palavra, e afirmo ainda que não quero que ela saia na próxima paragem, que fique um pouco mais para que não nos falte o sol e a esperança de alcançar o que desejamos, e que possa o seu canto ter sete vidas, as mesmas sete que tem o gato.

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