para morrer

E hoje, como ontem, tudo está vazio de novo… o meu cérebro… Como se não houvesse despertar de nenhum sono, de nada.

A janela está aberta, o sol entra… (alguém diz que faz diferença haver sol) . Sim, talvez, a humidade da casa se evapore de si própria, das paredes, dos tectos…, e depois (por algum mistério sem nome)  do cansaço das pernas, dos braços, das minhas mãos, se evapore também aquilo a que chamo desespero e que de noite nunca dorme, e que de dia nunca desperta para morrer.

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